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Yawh

Para investidores

Um catálogo que se pode auditar.

A participação editorial cresce com o tempo, não com a aquisição. Uma transação acontece uma vez; uma obra registrada arrecada por décadas. O que torna esse fluxo comprável é a qualidade da cadeia de titularidade.

Por que agora

Três janelas se abriram ao mesmo tempo.

  • 01

    O dinheiro cresceu e ficou rastreável

    O Ecad arrecadou R$ 2,1 bilhões em 2025 e distribuiu R$ 1,7 bilhão a mais de 345 mil titulares, com o digital já em 33,6% da arrecadação.

  • 02

    O metadado virou infraestrutura

    Obra sem ISWC e fonograma sem ISRC correto simplesmente não recebem. Quem resolve metadado na origem captura valor que hoje se perde em retenção.

  • 03

    A IA pressiona por procedência

    Quando qualquer um gera uma faixa em segundos, o ativo escasso passa a ser a obra humana com cadeia de titularidade provada.

O que faz do catálogo um ativo

O que distingue um catálogo auditável de uma pilha de contratos em PDF.

  • 01

    Titularidade resolvida na origem

    Split assinado por todos os coautores antes da publicação, com prova de anterioridade e trilha de auditoria de cada assinatura.

  • 02

    Contratos versionados

    Cada contrato guarda a versão exata de cada cláusula usada. Alteração de template não contamina acordo antigo.

  • 03

    Histórico por competência

    Arrecadação por obra, por fonte e por período, com a participação editorial discriminada linha a linha.

  • 04

    Contrato de edição, não cessão

    A estrutura que a jurisprudência recente reconhece. Participação percentual continuada do autor é o que distingue edição de cessão definitiva.

A assinatura paga o custo de operação. A participação editorial constrói o ativo.
A aposta central do negócio.

Sobre os números

Números de mercado citados nesta página vêm de fontes públicas: Ecad (relatório anual 2025), Pro-Música Brasil e IFPI. Projeções da plataforma não são divulgadas publicamente e são compartilhadas sob acordo.