Para investidores
Um catálogo que se pode auditar.
A participação editorial cresce com o tempo, não com a aquisição. Uma transação acontece uma vez; uma obra registrada arrecada por décadas. O que torna esse fluxo comprável é a qualidade da cadeia de titularidade.
Por que agora
Três janelas se abriram ao mesmo tempo.
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O dinheiro cresceu e ficou rastreável
O Ecad arrecadou R$ 2,1 bilhões em 2025 e distribuiu R$ 1,7 bilhão a mais de 345 mil titulares, com o digital já em 33,6% da arrecadação.
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O metadado virou infraestrutura
Obra sem ISWC e fonograma sem ISRC correto simplesmente não recebem. Quem resolve metadado na origem captura valor que hoje se perde em retenção.
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A IA pressiona por procedência
Quando qualquer um gera uma faixa em segundos, o ativo escasso passa a ser a obra humana com cadeia de titularidade provada.
O que faz do catálogo um ativo
O que distingue um catálogo auditável de uma pilha de contratos em PDF.
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Titularidade resolvida na origem
Split assinado por todos os coautores antes da publicação, com prova de anterioridade e trilha de auditoria de cada assinatura.
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Contratos versionados
Cada contrato guarda a versão exata de cada cláusula usada. Alteração de template não contamina acordo antigo.
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Histórico por competência
Arrecadação por obra, por fonte e por período, com a participação editorial discriminada linha a linha.
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Contrato de edição, não cessão
A estrutura que a jurisprudência recente reconhece. Participação percentual continuada do autor é o que distingue edição de cessão definitiva.
A assinatura paga o custo de operação. A participação editorial constrói o ativo.
Sobre os números
Números de mercado citados nesta página vêm de fontes públicas: Ecad (relatório anual 2025), Pro-Música Brasil e IFPI. Projeções da plataforma não são divulgadas publicamente e são compartilhadas sob acordo.
